Um Sporting demasiado forte para este Besiktas, que em Alvalade sucumbiu ao poderio e qualidade de jogo da equipa de Rúben Amorim.
Jogando no seu habitual 1-3-4-3, vimos um Sporting personalizado, com uma organização de jogo bem definida e com jogadores como Sarabia que começa agora a colocar em campo toda a sua qualidade de jogo.
Quando a equipa do Besiktas procurava sair a jogar desde o seu Gr, o bloco defensivo do Sporting subia na tentativa de recuperar a bola o mais perto da baliza possível. Nesta imagem podemos ver Paulinho a pressionar o Guarda-Redes com Sarabia e Pedro Gonçalves a partir de dentro, obrigando o adversário a jogar por fora. Mateus Nunes completa o losango, estando vigilante a qualquer bola que entre dentro.
Em organização ofensiva, Ruben Amorim define que os centrais dos corredores venham dentro da área para ser solução de passe, enquanto que Coates coloca-se fora da área, muitas vezes na mesma linha de Palhinha. Os dois laterais dão largura máxima e são em muitas ocasiões a solução mais fácil para sair a jogar, se o adversário consegue fechar o espaço central. Não foi o caso desta situação, em que Adán, descobre solto Pedro Gonçalves que aproveitando os espaços livres deixados pelas marcações do Besiktas, desloca-se para zonas interiores recebendo o passe do seu GR. Nesse momento já Sarabia procura o corredor e a profundidade, que é um dos principais princípios de jogo deste Sporting.
Quando a bola entra nesses espaços, os extremos estado por dentro já sabem que têm a profundidade para aproveitar.
Nesta imagem que se segue podemos ver Pote a pedir na profundidade e Sarabia já por dentro para ser solução na área no momento de finalização, ou para ser solução de passe, para dar continuidade ao ataque.
Comentários
Enviar um comentário